Ser jovem nos dias de hoje não é uma tarefa fácil: a pobreza, o desemprego, a falta de perspectivas de um futuro melhor são alguns desafios enfrentados pelo jovem neste século. Mas, diferente do que se reproduz no senso comum, os jovens não são sinônimo de problema. É o que constatou o Relato Mundial da Juventude 2005.
As políticas públicas adotadas no mundo e, especificamente, no Brasil necessitam mudar a visão de juventude, para que os jovens tenham oportunidade de participar ativamente da sociedade em que estão inseridos.
Procurando ampliar as discussões acerca da juventude brasileira, neste artigo, tomaram-se por base alguns artigos da Drª Maria Rita Kehl, reunidos com o título de A juventude como sintoma da cultura e outro, das autoras Mary G. Castro e Miriam Abramovay, cujo título é Juventude no Brasil – Vulnerabilidades negativas e positivas, desafiando enfoque de políticas públicas. A abordagem aqui realizada também foi enriquecida com alguns trechos de depoimentos expressos, em uma redação escolar, por alguns adolescentes com idade entre 15 e 17 anos, estudantes da segunda série do Ensino Médio do Colégio Estadual Kleber Pacheco de Oliveira (2006). O recorte foi dado, portanto, aos aspectos da adolescência, cultura e vulnerabilidade. Cada um destes conceitos será relembrado no decorrer do texto postado no site.
Postado por Rogério do PT...
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